OLÁ PESSOAL!!!
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segunda-feira, 15 de junho de 2015
terça-feira, 24 de junho de 2014
segunda-feira, 24 de junho de 2013
segunda-feira, 10 de junho de 2013
sábado, 30 de junho de 2012
SÃO PEDRO NO CIPRIANO
O São Pedro na escola foi comemorado com grande alegria! As crianças que puderam foram caracterizadas juninamente e as demais, com roupas coloridas e animadas se confraternizaram com dança e música na manhã do dia 28. As turmas foram divididas e suas respectivas professoras chamavam a quadrilha junina. Foi um momento ímpar!
segunda-feira, 25 de junho de 2012
História
da Festa Junina e tradições
Origem da festa junina, história, tradições,
festejos, comidas típicas, quermesses, dança da quadrilha, influência
francesa, portuguesa, espanhola e chinesa, as festas no Nordeste, dia de Santo
Antônio, São João e São Pedro, as simpatias de casamento e crendices populares, músicas
típicas da época, os balões
Origem
da Festa Junina
Existem duas explicações para o termo festa junina. A primeira explica que
surgiu em função das festividades ocorrem durante o mês de junho. Outra versão
diz que está festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto,
seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.
De
acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos
portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil foi
colonizado e governado por Portugal).
Nesta
época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses,
chineses, espanhóis e franceses. Da França veio a dança marcada, característica
típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas
quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China, região
de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos.
Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em Portugal e
na Espanha.
Todos
estes elementos culturais foram, com o passar do tempo, misturando-se aos
aspectos culturais dos brasileiros (indígenas,
afro-brasileiros e imigrantes
europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares
em cada uma delas.
Festas
Juninas no Nordeste
Embora sejam comemoradas nos quatro cantos do Brasil, na região Nordeste as
festas ganham uma grande expressão. O mês de junho é o momento de se fazer
homenagens aos três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio.
Como é uma região onde a seca é um problema grave, os nordestinos aproveitam
as festividades para agradecer as chuvas raras na região, que servem para
manter a agricultura.
Além
de alegrar o povo da região, as festas representam um importante momento econômico,
pois muitos turistas visitam cidades nordestinas para acompanhar os festejos.
Hotéis, comércios e clubes aumentam os lucros e geram empregos nestas cidades.
Embora a maioria dos visitantes seja de brasileiros, é cada vez mais comum
encontrarmos turistas europeus, asiáticos e norte-americanos que chegam ao
Brasil para acompanhar de perto estas festas.
Comidas
típicas
Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces,
bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento.
Pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuzcuz, pipoca, bolo de milho são
apenas alguns exemplos.
Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais.
Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais.
Tradições
As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho é marcado pelas
fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. Os balões
também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis
que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam.
No
Nordeste, ainda é muito comum a formação dos grupos festeiros. Estes grupos
ficam andando e cantando pelas ruas das cidades. Vão passando pelas casas, onde
os moradores deixam nas janelas e portas uma grande quantidade de comidas e
bebidas para serem degustadas pelos festeiros.
Já
na região Sudeste são tradicionais a realização de quermesses. Estas festas
populares são
realizadas por igrejas, colégios, sindicatos e empresas. Possuem barraquinhas
com comidas típicas e jogos para animar os visitantes. A dança da quadrilha,
geralmente ocorre durante toda a quermesse.
Como
Santo Antônio é considerado o santo casamenteiro, são comuns as simpatias
para mulheres solteiras que querem se casar. No dia 13 de junho, as igrejas católicas
distribuem o “pãozinho de Santo Antônio”. Diz a tradição que o pão
bento deve ser colocado junto aos outros mantimentos da casa, para que nunca
ocorra a falta. As mulheres que querem se casar, diz a tradição, devem comer
deste pão.
texto disponível no site < http://www.suapesquisa.com/musicacultura/historia_festa_junina.htm >
domingo, 24 de junho de 2012
Uma noite tradicional de São João
Uma típica e tradicional noite de São João no interior urbano, são as família reunidas em frente as suas casas, observando a fogueira acesa, fazendo seus pedidos a São João e alegrando-se com seus entes queridos. Inicia-se com um saboroso jantar junino. Não pode faltar comidas de milho e seus derivados, como cuscuz, bolos, pamonha, canjica, etc. Tem também a tradicional tapioca, um bom cafezinho que acompanha, mesmo que seja a noite, e a pipoquinha feita de milho que alegra a criançada...
As crianças fazem advinhações ao redor da fogueira, soltam seus foguinhos de diversos tipos: chumbinhos, chuveirinhos, cobrinhas, bombinhas, bomba-bujão, estrelinhas, apitos-gaiatos, etc... os adultos, ao ritmo do forró, conversam, relembram o passado, divertem-se nas calçadas de suas residências, observam as crianças festejando uma tradição tão antiga e soltam os foguetões em homenagem ao santo padroeiro do dia.
É uma animação só!!! Pode parecer tudo muito tranquilo, mas na verdade, é uma celebração familiar, na qual todos os familiares e amigos se encontram para comemorar...
E assim essa festa se perpetua durante anos e anos... E VIVA SÃO JOÃO TODOS OS ANOS!!!!
SÃO JOÃO NA ESCOLA
Comemorando os festejos juninos, hoje, sexta feira, dia 23: Sexta da Fogueira no Cipriano, as crianças desenvolveram árias atividades de arte... Primeiro cortamos, colamos e confeccionamos as bandeirinhas de revistas de recortes e organizamos-as na sala. Após, cad a criança recebeu tirinhas de revistas cortadas e confeccionaram as correntinhas juninas, unindo-as as bandeirinhas.
Após a sala de aula está totalmente organizada para sa festas juninas, confeccionamos as fogueiras também com revistas para fazer os canudinhos e papéis crepom coloridos para o fogo.
Foi um momento de grande alegria, ao ritmo de sons juninos, na qual concluimos nossas atividades, com o bingo da fobueira, onde cada criança escolhia seus números de 1 á 100.
e viva são joão!!!!! Viva!!!!
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Atividade sobre festejos juninos
A
origem da Festa Junina no Brasil e suas influências
Junho é o mês de São João, Santo Antônio e São Pedro. Por isso, as
festas que acontecem em todo o mês de junho são chamadas de "Festa
Joanina", especialmente em homenagem a São João.
O nome joanina teve origem, segundo alguns historiadores, nos países europeus católicos no século IV. Quando chegou ao Brasil foi modificado para junina. Trazida pelos portugueses, logo foi incorporada aos costumes dos povos indígenas e negros.
A influência brasileira na tradição da festa pode ser percebida na alimentação, quando foram introduzidos o aipim (mandioca), milho, jenipapo, o leite de coco e também nos costumes, como o forró, o boi-bumbá, a quadrilha e o tambor-de-crioula. Mas não foi somente a influência brasileira que permaneceu nas comemorações juninas. Os franceses, por exemplo, acrescentaram à quadrilha, passos e marcações inspirados na dança da nobreza européia. Já os fogos de artifício, que tanto embelezam a festa, foram trazidos pelos chineses.
A dança-de-fitas, bastante comum no sul do Brasil, é originária de Portugal e da Espanha. Para os católicos, a fogueira, que é maior símbolo das comemorações juninas, tem suas raízes em um trato feito pelas primas Isabel e Maria. Para avisar Maria sobre o nascimento de São João Batista e assim ter seu auxílio após o parto, Isabel acendeu uma fogueira sobre o monte.
No Nordeste do país, existe uma tradição que manda que os festeiros visitem em grupos todas as casas onde sejam bem-vindos levando alegria. Os donos das casas, em contrapartida, mantêm uma mesa farta de bebidas e comidas típicas para servir os grupos. Os festeiros acreditam que o costume é uma maneira de integrar as pessoas da cidade. Essa tradição tem sido substituída por uma grande festa que reúne toda a comunidade em volta dos palcos onde prevalecem os estilos tradicionais e mecânicos do forró.
O nome joanina teve origem, segundo alguns historiadores, nos países europeus católicos no século IV. Quando chegou ao Brasil foi modificado para junina. Trazida pelos portugueses, logo foi incorporada aos costumes dos povos indígenas e negros.
A influência brasileira na tradição da festa pode ser percebida na alimentação, quando foram introduzidos o aipim (mandioca), milho, jenipapo, o leite de coco e também nos costumes, como o forró, o boi-bumbá, a quadrilha e o tambor-de-crioula. Mas não foi somente a influência brasileira que permaneceu nas comemorações juninas. Os franceses, por exemplo, acrescentaram à quadrilha, passos e marcações inspirados na dança da nobreza européia. Já os fogos de artifício, que tanto embelezam a festa, foram trazidos pelos chineses.
A dança-de-fitas, bastante comum no sul do Brasil, é originária de Portugal e da Espanha. Para os católicos, a fogueira, que é maior símbolo das comemorações juninas, tem suas raízes em um trato feito pelas primas Isabel e Maria. Para avisar Maria sobre o nascimento de São João Batista e assim ter seu auxílio após o parto, Isabel acendeu uma fogueira sobre o monte.
No Nordeste do país, existe uma tradição que manda que os festeiros visitem em grupos todas as casas onde sejam bem-vindos levando alegria. Os donos das casas, em contrapartida, mantêm uma mesa farta de bebidas e comidas típicas para servir os grupos. Os festeiros acreditam que o costume é uma maneira de integrar as pessoas da cidade. Essa tradição tem sido substituída por uma grande festa que reúne toda a comunidade em volta dos palcos onde prevalecem os estilos tradicionais e mecânicos do forró.
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