OLÁ PESSOAL!!!

AMIGUINHOS, ESPERO REALMENTE QUE GOSTEM DO MEU ESPAÇO. BEIJOS PARA TODOS E FIQUEM COM DEUS!!!

quarta-feira, 14 de março de 2012

A importância da EAD para mim como docente



A EAD (Educação a Distância) é uma modalidade de ensino importante, pois beneficia a capacitação profissional às pessoas que estão fora dos centros urbanos ou que não tem disponibilidade de horários livres para estudar, como é o meu caso. É uma forma de aprendizagem interativa virtual, uma vez que utiliza dos recursos tecnológicos para se desenvolver, principalmente a  internet, esta rede mundial de informações e conhecimentos. Segundo o Prof. MORAN: “Educação a Distância é o processo de ensino-aprendizagem, mediado por tecnologias, onde professores e alunos estão separados espacial e /ou temporariamente”.
SUA expansão no Brasil se deu graças a uma legislação surgida nos anos de 1960, com a Promulgação do Código Brasileiro das Comunicações em 1967, através do Decreto Lei nº. 236/67, e nos ido de 1970 com a lei de Diretrizes e Bases da Educação – LDB, a conhecida Lei nº. 5.692/71, que possibilitou que o ensino supletivo fosse ministrado utilizando-se da tecnologia do rádio, da televisão e através da correspondência, como também via outros meios de comunicação.
Para mim, como aluna, a EAD é a peça fundamental para conseguir me especializar, uma vez que meu tempo como docente é muito corrido e este permite cronometrá-lo, focando em meus interesses e solucionando meus desejos profissionais, senão dizer também pessoais. É a chance de aperfeiçoar-me através das multimídias, o que é necessário a construção do conhecimento a qual previamente adquirirei.
Por meio desta modalidade, observando à praticidade paralela a autonomia; reflito sobre o que vivencio diariamente na Plataforma Moodle, avaliando as minhas próprias decisões e colocando em prática meu aprendizado. “Ensinar não é transferir conhecimento” (FREIRE), mas compartilhar o que se sabe a partir do que foi aprendido.
Em virtude de tudo que expus, acredito que para a sociedade como um todo, a EAD veio revolucionar a forma estudantil, propiciando um novo olhar crítico e uma prática educativa alicerçada em um contexto multidisciplinar e participativo, em que o sujeito, mesmo que sozinho frente a tela de um computador, aprende socialmente com dinamismo e interatividade. Lembrando, é lógico, que esta aprendizagem não se dá apenas sozinho sem acompanhamento tutorial, pois os polos de apoio presencial interagem com os aprendizes, colaborando para um bom funcionamento da modalidade. 
Por fim, estou muito feliz em participar da Pós-Graduação em Educação Ambiental, Geografia Para o Semiárido, esta modalidade a distância que muito me educa.

A IMPORTÂNCIA DAS NOVAS TECNOLOGIAS DA COMUNICAÇÃO E DA INFORMAÇÃO PARA O FAZER PEDAGÓGICO ATUAL


O desenvolvimento tecnológico, nas últimas décadas repercutiu intensamente em todos os aspectos da vida individual e social, criando outras formas de pensar, agir e sentir do homem. Esse novo olhar social, chamado por muitos de sociedade tecnológica, caracteriza-se pela rapidez e abrangência de informações, uma vez, que a realidade do mundo atual requer do profissional um perfil com competência e habilidades contextualizadas ao desafio escolar, cuja finalidade é formar os estudantes para a cidadania responsável afim de que sejam contínuos aprendizes e saibam aprender a aprender ao longo de suas vidas. [...] O conhecimento é a navegação em um oceano de incertezas, entre arquipélagos de certezas (MORIN, 2000, p.83).
A tecnologia na educação promove um olhar mais abrangente, envolvendo novas formas de ensinar, aprender e desenvolver um currículo condizente com a sociedade tecnológica. O sistema educacional vem procurando se adaptar a esse novo jeito de educar, tendo em vista que os avanços exigem formação continuada do professor e familiares no uso das tecnologias da informação e comunicação. Ensinar é organizar situações de aprendizagens criando condições que favoreçam a compreensão da complexidade do mundo, do contexto, do grupo, do ser humano e da própria identidade. Por isso, a melhor forma de ensinar e aprender com as mídias digitais é aquele que propiciam aos alunos o desenvolvimento da capacidade de ler e interpretar o mundo, aprendendo de forma significativa e com sentido potencializado, no qual Almeida e Prado (2005) explicam claramente:
O uso da tecnologia na escola, quando pautado em princípios que privilegiam a construção do conhecimento [...], requer dos profissionais novas competências e atitudes para desenvolver uma pedagogia voltada para criação de estratégias e situações de aprendizagens que possam tornar-se significativa para o aprendiz, sem perder de vista o foco da intencionalidade educacional.
É fundamental mencionar, que para que esse fazer pedagógico, aliado as novas tecnologias, possa ter um rendimento positivo, comunidade escolar como um todo, deve utilizá-la de integralmente em sua prática pedagógica e não apenas como um complemento no processo educacional. Para isto, é necessário que todos aprendam a operacionalizar os recursos tecnológicos disponíveis na escola, conhecendo suas potencialidades pedagógicas, integrando-as no desenvolvimento curricular. Assim, todos disponibilizarão de inúmeros recursos como: bibliotecas eletrônicas, revistas online, imagens, e sons que facilitam a tarefa de preparar as aulas, como fazer trabalhos de pesquisas e ter matérias atrativas e diversificadas para apresentação. Cabe a cada setor, aprimorar-se e escolher o seu meio tecnológico peculiar, trazendo consigo suas próprias especificidades e sendo utilizada de forma complementar entre si/ e ou outros recursos tecnológicos, também utilizados no ambiente de trabalho.



MORIN, Edgar, 1921-
Os sete saberes necessários à educação do futuro / Edgar Morin ; tradução de
Catarina Eleonora F. da Silva e Jeanne Sawaya; revisão técnica de Edgard de Assis
Carvalho. – 2. ed. – São Paulo : Cortez ; Brasília, DF : UNESCO, 2000.
ALMEIDA, N. E. B. de; PRADO, N. E. B. B. Tecnologia na Sociedade, na Vida e na Escola. In: Tecnologias na Educação: Ensinando e Aprendendo com as TIC. Proinfo_Curso de 100h. Guia do Cursista. Brasília: MEC/FEED.2008

CARNAVAL NO CIPRIANO FOI SENSACIONAL!


 O carnavalzinho na Escola Municipal Cipriano Santa Rosa no ano de 2012 foi sensacional!!!
As crianças bem fantasiadas, acompanhadas de seus pais no som de marchinhas carnavalescas, saíram brincando e se divertindo pelas principais ruas da cidade de Acari até o Espaço Jovem onde ocorreu o baole carnavalesco.
tudo foi bom e cheio de alegria


terça-feira, 13 de março de 2012

ASPECTOS NATURAIS DO MEU MUNICÍPIO


Moro na cidade de Acari, estado do Rio Grande do Norte, especificamente, na Microrregião do Seridó Oriental. Nosso solo é formado por rochas cristalinas e terrenos antigos, com origem no período geológico, chamado de Pré-Cambriano. Aqui se encontra uma das serras mais altas do nosso estado que é a Serra do Bico da Arara, com altitude de 654 m. de altura. Nosso solo é pedregoso, conhecido como Solo Litólico e Bruno não Cálcico e nosso clima predominante é o Semiárido, de poucas chuvas, com precipitações entre 400 e 600 mm por ano.
Devido esse tipo de clima, estamos sujeitos à seca, onde rios e açudes podem ficar sem água, lavouras duramente afetadas, os gados sem pasto e assim gerando uma crise na economia do município, comprometendo o dia-a-dia da população.
A Caatinga é a nossa vegetação, formadas por plantas adaptadas ao clima Semiárido. Esse tipo de vegetação sobrevive com pouca água, chegando a perder suas folhas no período de maior estiagem, abrangendo 80% do território potiguar. A utilização de queimadas para limpar terrenos destinados a roçados, bem como o aproveitamento de madeira das árvores na construção civil, na produção de carvão e construção de cercas vem contribuindo para o desaparecimento progressivo desse tipo de vegetação.
As plantas mais representativas da caatinga são a jurema, pau-branco, xique-xique, mandacaru, catingueira, aroeira, angicos e imburana.
Na região local, encontram-se também vários rios temporários, uma vez que devido à estiagem das chuvas, muitos deles tendem a secar. Em meu município Acari, temos o Rio Acauã e a Terceira Maravilha do RN que é o Açude Marechal Dutra, mais conhecido como Açude Gargalheiras, com capacidade para armazenar 40.000.000 m3 de água. A distribuição hídrica, se dar através da CAERN (Companhia de Água e Esgotos do RN). Mesmo assim, as pessoas locais tendem, em sua maioria, “achar” que o cloro colocado na água é demasiado e por isso, compram água potável de outros órgãos particulares, como o caso de supermercados.
A meu ver, como sugestão para o aproveitamento sustentável desses recursos naturais, começaria me preocupando mais com o nosso açude local, pois este se encontra sujo e mal organizado junto aos órgãos públicos.
As pessoas banham-se em suas águas sem nenhuma preocupação, os carros pipas diariamente enchem-se transportando água para os municípios vizinhos e nem sabemos se estão bem conservados ou tratados para não poluírem o manancial local. Além, é lógico, de uma distribuição menos agressora a cidade, já que Currais Novos, por ser uma cidade maior e consumir também diariamente nossa fonte, a encanação local sofre assustadoramente com as reformas das encanações da cidade vizinha, que precisa paralisar o nosso cotidiano para atrair mais água para lá, deixando-nos com a falta d’água quase diariamente.
Não estou sendo gananciosa nem tampouco o quisera, mas, se os órgãos públicos conseguissem dividir e abastecer a água, sem que por causa de outra venha a ser prejudicada, isso já amenizaria boa parte de nossos problemas.
Outra sugestão ainda neste aspecto seria colocar em prática a lei que derruba as construções feitas irregularmente nos leitos dos rios ou no açude, como é o nosso caso. Tem um monte de casas de veraneio feitas quase dentro do nosso açude, contribuindo para sua poluição, porém o DNOCS (Departamento Nacional de Obras Contra a Seca), ainda não conseguiu resolver à problemática e essas construções continuam no mesmo local.
Em se tratando da vegetação, sugeriria que as algarobas fossem todas retiradas do centro urbano ou de áreas próximas aos rios, uma vez que já é comprovado que suas raízes profundas sugam a pouca água que temos inclusive as subterrâneas, gerando mais sofrimento numa região tão escassa e replantaria mais para que num local tão quente como o nosso, tivesse mais sombra à população.
As indústrias de cerâmicas exploram a mata nativa e acabam com boa parte da sedimentação do solo, ocasionando desertificação ou desmatamento. Iria sugerir que usassem quengas de coco para queimarem em seus fornos, diminuindo a agressão natural.
Bem, são inúmeros os problemas ambientais. Mas cada um fazendo sua parte amenizaria boa parte deles.



FELIPE, José Lacerda A, CARVALHO, Edilson Alves. Atlas Escolar do Rio Grande do Norte – João Pessoa: Grafset, 2001.

ASPECTOS NATURAIS DO SEMIÁRIDO


Com base no livro lido: CAATINGAS: O DOMÍNIO DOS SERTÕES SECOS de Aziz Nacib Ab’ Saber,observo como o autor analisa a dimensão espacial e territorial do país e com competência é capaz de subsidiar e instrumentalizar professores e alunos de todos os ramos do conhecimento uma vez que sua obra é explicada em suas potencialidades fundamentais.
Tendo como ponto de partida esta obra de suma importante descreverei alguns aspectos naturais do semiárido:
O Semiárido brasileiro configura-se como uma região natural de grandes dimensões espaciais, submetidas a especificidades climáticas que contribuíram (e contribuem) para a modelagem de um relevo bastante peculiar. Cerca de 50% dos terrenos do semiárido são de origem cristalina, rocha dura que não favorece a acumulação de água, sendo os outros 50% representados por terrenos sedimentares, com boa capacidade de armazenamento de águas subterrâneas.
 Geologicamente, a região é composta por vários tipos diferentes de rochas. Nas áreas de planície as rochas prevalecentes se encontram cobertas por uma camada de solo bastante profunda, com afloramentos rochosos ocasionais, principalmente nas áreas mais altas; tais solos, chamados latossolos, são argilosos (embora a camada superficial possa ser arenosa ou às vezes pedregosa) e minerais, com boa porosidade e rico em nutrientes.
O solo é formado por rochas cristalinas e terrenos antigos, com origem no período geológico, chamado de Pré-Cambriano. É pedregoso, conhecido como Solo Litólico e Bruno não Cálcico. Em seu relevo, encontram-se a Depressão Sertaneja e o Planalto da Borborema. . E pode-se dizer ainda que o relevo do semiárido é modificado ao longo do tempo pela ação dos elementos da natureza que são: os ventos, as chuvas, os rios, entre outros fatores como também a ação humana, que modificam a paisagem local, mas não retiram de si seus elementos naturais.
A região tem tido seu desenvolvimento socioeconômico substancialmente prejudicado por sua pluviosidade de elevada irregularidade, espacial e temporal, bem como pela ocorrência periódica de secas de médias e longas durações. Os rios são intermitentes, isso quer dizer que correm apenas durante o período das chuvas, tendo seus cursos interrompidos durante a estação seca.
O uso predominante da água na região é para abastecimento humano e agropecuário, haja vista que a eficiência hidrológica dos reservatórios é extremamente baixa, em função das altas taxas de evaporação. Existem também conflitos de domínio, entre União e Estados, em trechos de rios perenizados por reservatórios públicos.
A existência de uma ampla, embora insuficiente, infraestrutura hídrica construída ao longo dos anos, com reservatórios de todos os tamanhos, públicos e privados, e poços perfurados no sedimento e no cristalino, apresentam problemas de manutenção e operação hídrica para o seu bom funcionamento diário.
O clima tropical quente ou semiárido ocorre no sertão nordestino, onde as precipitações anuais de chuvas mal atingem 600 mm, provocando a existência de uma vasta área semidesértica, com chuvas escassas, periódicas e irregulares. Independentemente de a estação chuvosa comportar somatórias maiores ou menores de precipitações, o longo período seco caracteriza-se por fortíssima evaporação, que responde, imediatamente, por uma desperenização generalizada das drenagens autóctones dos sertões.
Dentre os principais tipos de vegetação do semiárido, nenhum é mais característico do que a caatinga. Ocupando uma área de aproximadamente 955.000 km2, está presente em todos os estados inseridos no semiárido.  Vale a pena ressaltar que esse bioma não é compartilhado com nenhum outro país.
Esse tipo de vegetação sobrevive com pouca água, chegando a perder suas folhas no período de maior estiagem, abrangendo 80% do território potiguar. A utilização de queimadas para limpar terrenos destinados a roçados, bem como o aproveitamento de madeira das árvores na construção civil, na produção de carvão e construção de cercas vem contribuindo para o desaparecimento progressivo desse tipo de vegetação. As plantas mais representativas da caatinga são a jurema, pau-branco, xique-xique, mandacaru, catingueira, aroeira, angicos e imburana.



AB’ SÁBER, Aziz Nacib. Os Domínios da Natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas/ Aziz Ab’ Sáber. – São Paulo: Ateliê Editorial, 2003. Disponível em http://ead.ifrn.edu.br/moodle/course/view.php?id=845

ASPECTOS FÍSICOS DO SEMIÁRIDO, disponível em http://www.semiarido.org.br/texto/7/0/semiarido

FELIPE, José Lacerda A, CARVALHO, Edilson Alves. Atlas Escolar do Rio Grande do Norte – João Pessoa: Grafset, 2001.